Edifício Brasília Medical Center, endereço da clínica do Dr. Roberto Azambuja

Dermatologia clínica • Vitiligo • Brasília

Experiência que atravessa gerações.

Cuidado médico atento, diagnóstico preciso e uma trajetória dedicada à saúde da pele.

Dr. Roberto Doglia AzambujaCRM DF 636RQE 1491
Brasília Medical CenterBloco A • Sala 17
0111
1967Título de especialista
VitiligoExperiência dedicada
Desde 2007Fototerapia VTRAC
BrasíliaAtendimento presencial
Dr. Roberto Doglia Azambuja, médico dermatologista em Brasília

Trajetória médica

Conhecimento, presença e escuta.

Roberto Doglia Azambuja é médico dermatologista, CRM DF 636 e RQE 1491, com uma vida profissional dedicada à dermatologia e ao tratamento do vitiligo.

Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1964, recebeu o título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia em 1967.

Trabalhou na Secretaria de Saúde do Distrito Federal entre 1968 e 1974 e no Hospital Universitário de Brasília de 1976 a 1988, concentrando sua atividade no tratamento de vitiligo.

Fez estágio de um ano na 1ª Clínica Dermatológica da Universidade de Viena, em 1974, e treinamento em vitiligo no Centro de Histoterapia Placentária de Havana, Cuba, em 1988.

Atuou como voluntário no serviço de dermatologia do Hospital Universitário de Brasília de setembro de 1988 a dezembro de 2019.

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Marcos da trajetória

Uma história construída pela dermatologia.

1964Formação em Medicina pela UFRJ
1967Título pela Sociedade Brasileira de Dermatologia
1974Estágio na Universidade de Viena
1976–1988Hospital Universitário de Brasília
1988Treinamento em vitiligo em Havana
1988–2019Atuação voluntária no HUB

Tratamentos

Vitiligo exige cuidado individual.

As manchas, a pele e a resposta ao tratamento são diferentes em cada pessoa. A avaliação dermatológica orienta a escolha e o acompanhamento de cada método.

01

Vitiligo, o que é?

Vitiligo é uma alteração da pele causada pela perda do pigmento melanina em algumas áreas, levando ao aparecimento de manchas brancas. Pode afetar qualquer região, cor de pele, sexo ou idade. Não é contagioso e pode estar associado a doenças autoimunes.

As lesões se formam pela diminuição ou ausência de melanócitos. Fenômenos autoimunes parecem estar associados, e alterações ou traumas emocionais podem atuar como fatores desencadeantes ou agravantes.

02

Tratamentos medicamentosos

Dependendo do quadro, podem ser utilizados medicamentos locais ou orais, sempre conforme avaliação e prescrição dermatológica.

03

Tratamentos físicos

A radiação ultravioleta pode estimular a produção de melanina. Entre as opções descritas estão PUVA, UVB-NB de 311 nm e excimer/UVB de 308 nm.

04

Abordagens cirúrgicas

Podem ser avaliadas em casos específicos, especialmente em manchas pequenas e estabilizadas, considerando a região da pele e a indicação médica.

Aplicação localizada em tratamento dermatológico
Fototerapia localizada
Imagem clínica educativa relacionada ao acompanhamento do vitiligo
Acompanhamento individual
Registro clínico educativo relacionado à repigmentação da pele
Evolução e resposta da pele
Equipamento de fototerapia UVB 308 nm VTRACEm uso na clínica desde 2007

Fototerapia localizada

UVB 308 nm VTRAC

O tratamento com VTRAC consiste na aplicação de radiação ultravioleta B de 308 nanômetros diretamente nas manchas, em regra uma vez por semana.

A aplicação é localizada e indolor. Atua estimulando a migração e a proliferação dos melanócitos da bainha dos pelos e desencadeando efeitos imunomoduladores.

A clínica emprega essa fototerapia desde 2007, isoladamente ou em combinação com medicamentos orais e locais, conforme avaliação dermatológica.

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Informação responsável

O conteúdo desta página é educativo e não substitui consulta, diagnóstico ou prescrição individual. Não se automedique nem adote procedimentos sem orientação de um dermatologista.

Leitura completa sobre vitiligo e tratamentos

Vitiligo, o que é

Vitiligo é uma alteração da pele, causada pela perda do pigmento melanina em algumas áreas da pele, o que leva ao aparecimento de manchas brancas. Não tem local preferido para afetar nem cor da pele, sexo ou idade. É mais comum até os 20 anos de idade, mas pode começar mesmo aos 80 anos. Não é contagioso e não provoca maiores danos à saúde, embora possa estar associado a algumas doenças autoimunes, principalmente as da tireoide.

Seu tratamento é sempre prolongado, porque a repigmentação da pele é muito lenta. Pode ser curado, embora a cura dependa da interação entre o efeito dos métodos utilizados e a reação da pele, nunca somente do tratamento.

Sua principal característica é a perda da coloração da pele, sendo uma doença cutânea que faz surgirem manchas sobre ela. As lesões formam-se por causa da diminuição ou ausência de melanócitos, as células responsáveis pela formação da melanina, pigmento que dá cor à pele, nos locais afetados.

As causas da doença ainda não estão claramente estabelecidas, mas fenômenos autoimunes parecem estar associados ao vitiligo. Além disso, alterações ou traumas emocionais podem estar entre os fatores que desencadeiam ou agravam a doença.

A doença é caracterizada por lesões cutâneas de hipopigmentação, ou seja, manchas brancas na pele com uma distribuição característica. O tamanho das manchas é variável.

O vitiligo possui diversas opções terapêuticas, que variam conforme o quadro clínico de cada paciente. Não é uma doença contagiosa e não traz prejuízos à saúde física. No entanto, as lesões provocadas pela doença não raro impactam significativamente na qualidade de vida e na autoestima do paciente. Nesses casos, o acompanhamento psicológico pode ser recomendado.

O vitiligo pode afetar pessoas de todos os tipos de pele, mas costuma ser mais perceptível em pessoas com pele mais escura. O tratamento pode desacelerar a doença e melhorar a aparência da pele. A resposta depende da reação do organismo ao método terapêutico.

Atinge cerca de 1% da população e, em parte dos casos, a ocorrência é genética. Apesar de acometer pessoas de todas as etnias, a doença torna-se mais evidente nas pessoas de pele negra. O aparecimento não está relacionado a uma idade específica, embora surtos possam ocorrer entre os 20 e 30 anos.

Os tratamentos têm como foco evitar o surgimento de novas manchas ou o aumento das preexistentes, estabilizando a doença, e também podem buscar a repigmentação da pele.

Para repigmentar a pele há tratamentos feitos com medicamentos, derivados de corticoide e da vitamina D. Outra opção é a fototerapia com raios UVB-NB ou ultravioleta A.

Em casos específicos existe a possibilidade de utilizar tratamentos a laser, cirurgias ou transplantes de células melanócitos, para repigmentar as áreas lesionadas e igualar a tonalidade da pele.

Essas opções devem sempre ser indicadas por um dermatologista. Não faça automedicação e não adote procedimentos estéticos sem consultar um profissional.

Tratamentos para vitiligo

Os especialistas dispõem de métodos semelhantes em todo o mundo. Como a causa do vitiligo não está determinada, ainda não existe tratamento preventivo que se antecipe ao aparecimento das manchas. Os meios atuais buscam a recuperação da pigmentação nos locais afetados.

Há tratamentos medicamentosos, cirúrgicos e físicos.

Os medicamentos podem ser utilizados por via local ou oral:

  • corticoides;
  • psoralenos;
  • tacrolimo;
  • quelina;
  • fenilalanina;
  • extrato de placenta.

Os tratamentos cirúrgicos são aplicáveis a manchas pequenas e estabilizadas. Nem todas as regiões da pele podem receber essa técnica. Melanócitos são retirados de uma parte normal da pele, cultivados e aplicados em área despigmentada.

Os tratamentos físicos consistem em aplicar radiação ultravioleta nas manchas, buscando estimular a produção de melanina pelos melanócitos. Entre os tipos descritos estão:

  1. PUVA – aplicação da radiação ultravioleta A precedida da ingestão de um psoraleno;
  2. UVB-NB – utilização da radiação ultravioleta B de faixa estreita, 311 nanômetros, sem ingestão de medicamento;
  3. Excimer laser – radiação ultravioleta B em uma faixa específica de 308 nanômetros, que pode ou não ser empregada com medicamentos orais ou locais.

Fototerapia com UVB 308 nm | VTRAC

O tratamento com VTRAC consiste na aplicação de radiação ultravioleta B de 308 nanômetros diretamente nas manchas, em regra uma vez por semana.

A aplicação é diretamente nas manchas e é indolor. Atua estimulando a migração e a proliferação dos melanócitos da bainha dos pelos e desencadeando efeitos imunomoduladores.

A clínica emprega esta fototerapia desde 2007, isoladamente ou em combinação com medicamentos orais e locais.

A clínica

Estrutura contemporânea, atendimento próximo.

A Clínica Roberto Azambuja está no Brasília Medical Center, Bloco A, Sala 17, com fácil acesso pela SGAN 607, em Brasília.

Opiniões de pacientes

Confiança construída consulta após consulta.

5,0722 opiniões publicadas na DoctoraliaConferir avaliações
★★★★★

O atendimento foi descrito como humano, acolhedor e conduzido com muita humildade.

Paciente verificadoDoctoralia
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A experiência e o conhecimento do Dr. Roberto transmitiram segurança durante toda a consulta.

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Paciente de longa data destacou o cuidado dedicado e a evolução positiva no tratamento do vitiligo.

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Consulta cuidadosa, objetiva e conduzida por um profissional considerado excepcional.

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Competência, atenção, simpatia e cuidado foram os pontos mais lembrados no atendimento.

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Pontualidade, explicações claras e precisão no diagnóstico trouxeram tranquilidade ao paciente.

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A consulta foi elogiada pela escuta atenta, diagnóstico claro e orientação detalhada do tratamento.

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Famílias que se consultam há anos destacam confiança, segurança e resultados consistentes.

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Empatia, experiência e assertividade na avaliação foram decisivas para uma ótima experiência.

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O conhecimento específico sobre vitiligo e as explicações tranquilizadoras receberam destaque.

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O ambiente agradável e a forma didática de explicar deixaram o paciente à vontade.

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Análise minuciosa, orientações completas e atendimento gentil fizeram a diferença.

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Conteúdo médico

Informação para compreender o vitiligo.

Artigos publicados originalmente em 16 de outubro de 2018, preservados em uma leitura mais clara e acessível.

01Vitiligo • leitura médicaQual a causa do vitiligo?

O que se sabe sobre hereditariedade, predisposição genética e fatores capazes de iniciar o quadro clínico.

Até hoje, não está determinada a causa do vitiligo.

Existe o vitiligo hereditário, que é aquele que incide em dois ou mais membros da mesma família em primeiro ou segundo grau. Supõe-se que esse tipo seja causado por algum gene programado para desencadear a alteração em algum momento da vida ou ativado por algum fator ocasional. É o que ocorre, quando avô ou avó, pai ou mãe e filho ou filhos apresentam manchas na pele. Cerca de 10 a 15 por cento de casos de vitiligo são deste tipo, chamado vitiligo genético.

Vitiligo ao nascimento é raríssimo. Mesmo o vitiligo hereditário se manifesta geralmente após um ano de idade.

A grande maioria dos pacientes afetados por vitiligo não têm nenhum ascendente com manchas. Isto indica que alguma coisa em algum momento foi capaz de iniciar o quadro clínico. A melhor suposição para estes casos é que a pessoa possui um ou mais de um gene com a programação para produzir vitiligo, os quais, entretanto, encontram-se em inatividade. Não estão causando manchas, porque esse seu potencial está desligado. Em determinado momento, um ou vários fatores externos ou internos colocam esses genes em atividade e começam a aparecer as manchas. Este tipo seria o vitiligo epigenético e sua origem seria a modificação das proteínas envoltoras dos genes, que daria ocasião a que os genes sejam ligados e ponham em ação sua potencialidade.

Fatores que podem ativar os genes de vitiligo são inúmeros: tabaco, álcool, drogas, tipo de alimentação, carcinogênios, atividade física, inflamações, infecções por vírus e bactérias, exposição a radiações eletromagnéticas, poluentes, hormônios, traumatismos físicos, queimaduras térmicas, luz solar, pressão social, emoções, estresse e outras não conhecidas. Os fatores variam de pessoa a pessoa. Como não se consegue saber exatamente se algum desses agentes atuou isoladamente ou em conjunto com outros, não é possível evitar o aparecimento de manchas, isto é, fazer a prevenção do vitiligo. Cada pessoa é uma única e o vitiligo que a atinge é exclusivo dela, podendo ser parecido, no geral, com o de outras pessoas, mas na verdade tendo características únicas daquela pessoa.

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02Vitiligo • leitura médicaA causa do vitiligo é estresse?

Como acontecimentos traumáticos e o estresse podem influenciar a evolução das manchas.

Inegavelmente, o estresse influencia a evolução do vitiligo. Na verdade, estresse influencia tudo na vida: qualquer doença, o comportamento humano, o desempenho imunológico, esportivo, financeiro, os relacionamentos, o desempenho no trabalho e qualquer outra coisa.

Várias doenças são agravadas pelo estresse além do vitiligo, sendo a mais evidente a psoríase.

Entretanto, estresse não é a causa do vitiligo, mas um fator desencadeante importante. Muitos casos se iniciam após um acontecimento traumático, como um acidente, um assalto, uma perda afetiva ou financeira, um susto intenso. Outros fatores desencadeantes, porém, são conhecidos: traumatismos da pele, queimaduras térmicas, exposição à luz solar, descamação pós-bronzeamento, dermatoses inflamatórias.

Repetindo: esses eventos não são a causa do vitiligo, mas fatores desencadeantes. O que existe é uma possibilidade genética de a pessoa desenvolver vitiligo, que só se torna realidade após a ação de algum desses fatores em algum momento particular.

Portanto, não se deve atribuir todos os casos de vitiligo a estresse. Pode ser e pode não ser. Principalmente o estresse situacional, aquele que ocorre diariamente. Todos temos momentos de estresse todos os dias. Há pessoas naturalmente estressadas quase o tempo todo. Isso predispõe a doenças, mas é impossível medir o papel que esse tipo de estresse exerce a ponto de causar vitiligo.

Durante a evolução do vitiligo, todos os pacientes observam aumento das manchas em fases de estresse. É sabido que os estados mórbidos se agravam pelo estresse. No vitiligo é a mesma coisa. Muitas vezes, a pessoa fica com estresse após um acontecimento traumático cuja lembrança se repete independentemente da vontade. É o estresse pós-traumático. Nesses casos, a psicoterapia exerce um papel importante para aliviar a mente ou reprogramá-la, a fim de tirar o potencial agravante dos pensamentos limitantes e substituí-los por pensamentos facilitadores.

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03Vitiligo • leitura médicaVantagens do tratamento com excimer laser

Características da radiação UVB de 308 nanômetros e fatores que influenciam a resposta da pele.

O excimer laser foi desenvolvido para produzir uma emissão de radiação ultravioleta com comprimento de onda de 308 nanômetros, que é a mais efetiva no tratamento do vitiligo.

Essa radiação causa aumento na quantidade de melanina, hipertrofia e aumento de melanócitos e sua migração na pele com mínimo risco de efeitos colaterais. Estes, quando ocorrem, se resumem a leve vermelhidão da pele tratada, raras vezes formação de bolhas, facilmente tratadas, e de escurecimento da pele em torno das manchas, que desaparece com o tempo.

Esse método não perde eficácia com o tempo, não causa estrias nem afinamento da pele, pode ser empregado simultaneamente com medicamentos tópicos e sistêmicos, não leva a danos hepáticos, nem defeitos fetais nem afeta o coração, não tem injeções, não expõe a pele normal à radiação e acelera o resultado de tratamentos convencionais.

Muito importante é o fato de que a radiação utilizada se situa numa faixa não cancerígena do espectro do ultravioleta e não causa dor, podendo ser aplicada mesmo em crianças.

A aplicação é feita uma ou duas vezes por semana por 12 a 30 semanas. Dependendo da apresentação do vitiligo e da resposta da pele, pode ser estendido o tratamento até a completa repigmentação.

Embora apresente o maior índice de respostas satisfatórias no tratamento do vitiligo, os resultados são variáveis de pessoa a pessoa, sendo influenciados pelos seguintes fatores:

  • Localização – rosto e pescoço reagem melhor do que mãos e pés;
  • Tipo de pele – pele escura repigmenta mais facilmente do que pele clara pela natural disponibilidade de melanina;
  • Tamanho das manchas – manchas pequenas têm mais condição de recuperação do que manchas grandes;
  • Duração – manchas novas têm mais possibilidade de resultados favoráveis do que manchas antigas;
  • Idade – a pele de criança responde melhor do que a de adultos.

O resultado do tratamento se revela por repigmentação folicular, quando aparecem pontos escuros no interior das manchas, e repigmentação marginal, quando a borda das manchas perde seu limite nítido e apresenta pontos escuros que se projetam para dentro das manchas e passam a estreitá-la até as margens se tocarem e as manchas desaparecerem.

O excimer laser 308nm é um método efetivo, seguro e indolor, ideal para vitiligo de poucas manchas localizadas.

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04Vitiligo • leitura médicaQual o melhor tratamento para vitiligo?

Por que a resposta varia de pessoa para pessoa e o tratamento precisa ser individualizado.

Esta é uma curiosidade natural dos pacientes. Logicamente, o mais inteligente seria empregar o tratamento mais eficiente para não perder tempo.

Todos os métodos utilizados são eficientes. Há relatos de melhoras e curas com todos eles. É inteligível que um remédio que cure uma pessoa poderá curar todas.

No vitiligo, porém, os resultados não são lineares. Um mesmo medicamento, utilizado em dez pessoas, dará dez efeitos diferentes. Pelo motivo de que cada pessoa tem uma composição de fatores própria dela, que fez com que o vitiligo aparecesse e influencia a sua evolução e a resposta ao tratamento. E isso ainda pode ser variável conforme a fase de vida da pessoa.

De modo que não existe um tratamento padrão para vitiligo, que dê cem por cento de melhora ou cura em cem por cento das pessoas. Na verdade, vitiligo é um para cada paciente, isto é, cada um forma o seu vitiligo, com características únicas e próprias dele, irreproduzíveis em uma segunda pessoa.

Daí procede o fato de que todo tratamento para vitiligo segue uma sequência experimental. Levando em consideração o tipo de pele, a distribuição das manchas, o tempo de evolução, o uso de tratamentos anteriores, a presença e a quantidade de pigmento nas manchas, escolhe-se um esquema, que se supõe vai dar certo para aquele quadro clínico. Aplica-se o esquema por um tempo razoável para poder fazer uma avaliação da reação do organismo, geralmente quatro a seis meses. Após esse tempo, verifica-se qual está sendo a resposta da pele. Se for positiva, com paralisação do avanço das manchas e aparecimento de repigmentação, ele será mantida; se não houver resultado favorável, escolhe-se outro tratamento e novamente se observa. Quer dizer, o tratamento sempre é experimental, empírico, porque ninguém é capaz de dizer previamente como vai se comportar o organismo daquela pessoa.

Portanto, não existe melhor tratamento, existe melhor correspondência do organismo ao tratamento. O resultado sempre provém de uma cooperação da pele com o método empregado.

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05Vitiligo • leitura médicaTratamentos para vitiligo

Uma visão geral das abordagens medicamentosas, cirúrgicas e físicas disponíveis.

Tratamentos para vitiligo são vários, embora não haja uma variedade grande. No mundo inteiro, os especialistas dispõem exatamente dos mesmos métodos, variando um ou outro conforme recursos da natureza local.

Como a causa do vitiligo não está determinada, ainda não existe tratamento preventivo, ou seja, aquele que se antecipa ao aparecimento das manchas. Esta seria a terapêutica ideal. Na atualidade, porém, todos os meios visam buscar a recuperação da pigmentação nos locais afetados, ou seja, recuperar o que já apareceu.

Há tratamentos medicamentosos, cirúrgicos e físicos.

Os medicamentos são utilizados por via local ou oral:

  • corticoides
  • psoralenos
  • tacrolimo
  • quelina
  • fenilalanina
  • extrato de placenta.

Os tratamentos cirúrgicos só são aplicáveis a manchas pequenas e estabilizadas há um ano. Nem todas as regiões da pele podem receber esta técnica. Melanócitos são retirados de uma parte normal da pele, cultivados e aplicados em área despigmentada.

Os tratamentos físicos consistem em aplicar radiação ultravioleta nas manchas objetivando estimular a produção de melanina pelos melanócitos. Há atualmente três tipos:

  1. PUVA – aplicação da radiação ultravioleta A precedida da ingestão de um psoraleno uma a duas horas antes.
  2. UVB-NB – utilização da radiação ultravioleta B de faixa estreita (311 nanômetros) sem a ingestão de medicamento.
  3. Excimer laser – é a mesma radiação ultravioleta B, mas de uma faixa específica (308 nanômetros) não cancerígena. Pode ou não ser empregada com o uso concomitante de medicamentos orais ou locais.
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06Vitiligo • leitura médicaVitiligo pode ser curado

A importância da resposta individual, do início precoce e da persistência no tratamento.

Vitiligo é uma alteração da cor da pele muito comum. Ocorre perda de pigmento em certas áreas da pele, formando manchas brancas. Isso pode se dar em qualquer região, sendo as mais comuns o rosto, as mãos, cotovelos e joelhos.

É uma dermatose persistente, que pode permanecer na pele apesar dos tratamentos. Deixada sem cuidados, a tendência é expandir-se, mas nem sempre. Há pessoas que só têm uma mancha.

A cura é difícil e, por causa disso, muita gente, inclusive médicos, afirmam que vitiligo não tem cura. Isso não é verdade.

Vitiligo pode ser curado.

A cura vai depender de três fatores:

  1. A resposta própria do organismo do paciente. Há pessoas que respondem prontamente aos tratamentos, outras lentamente. Não se conhecem os fatores que regulam essa resposta.
  2. A precocidade do tratamento. Quanto mais cedo o vitiligo for tratado mais possibilidade há de recuperação, porque as células de melanina não desapareceram completamente da pele atingida e podem ser reativadas.
  3. O empenho e a persistência do paciente nas orientações médicas. Como a reação da pele é lenta é imprescindível que o paciente faça o tratamento rigorosamente, mesmo enquanto ainda não vê os resultados positivos, pois eles só aparecerão com o tempo de tratamento.
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